quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Adversidade - aprenda a conviver com ela

Normalmente, a maioria das pessoas perde a eficácia de suas competências quando têm de enfrentar uma adversidade. São situações interpretadas como imprevisíveis, turbulentas ou ameaçadoras...
Sabe aquele atraso de um minuto que parece durar uma hora; ou o comentário descuidado que fere como repreensão; ou, ainda, o silêncio que é interpretado como indiferença? Pois então, quando isso acontece, a fadiga e a tensão aumentam e é aí que se perde o bom humor, o ânimo, o discernimento e a flexibilidade.
Diante desse tipo de situação, a maioria das pessoas age como se o mundo fosse acabar. A situação, muitas vezes, nem é tão ameaçadora, mas acaba se transformando em um obstáculo quase intransponível. Isso porque, em boa parte das vezes, somos os grandes fomentadores dos nossos próprios problemas. Sentimentos como infelicidade, medo, desconfiança, insegurança e ansiedade acabam multiplicando o tamanho e a intensidade do problema, tornando-o cada vez mais difícil de resolver. Portanto fique atento aos gatilhos que o levam ao estresse e o fazem aumentar ainda mais os problemas do cotidiano.
Lembre-se que as adversidades sempre nos dão duas opções: ficar parado e fugir delas, ou enfrentá-las.
Se a escolha for a segunda opção, é necessário mudar profundamente seus padrões de ver e atuar no mundo. Para tanto, você deve ser capaz de absorver e integrar as informações que geraram a adversidade e enfrentá-la. Ou seja, interpretando as adversidades como um desafio a superar, você sentirá vontade de avançar, de seguir em frente. A partir daí, não mais alimentará pensamentos e sentimentos que o fazem se desviar de seus objetivos.
E lembre-se: a adversidade existe somente para que você aprenda e evolua.
(texto de Eduardo Carmello – Supere! A arte de lidar com as adversidades – Ed. Gente)

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Religião X Ciência (Leonardo Boff)

É de Einstein a frase: "A ciência sem religião é manca, a religião sem a ciência é cega". Com isso queria dizer que a ciência levada até a sua exaustão termina no mistério que produz assombro e encantamento, experiência típica das religiões. A religião que não se abre a este mistério das ciências deixa de se enriquecer, tende a se fechar em seus dogmas e por isso fica cega. A ciência se propõe explicar como existem as coisas. A religião se deixa extasiar pelo fato de que as coisas existem. O que é a matemática para o cientista é a oração para o religioso. O físico busca a matéria até a sua última divisão possível, os topquarks, chega aos campos energéticos e ao vácuo quântico. O religioso capta uma energia inefável, difusa em todas as coisas, até em sua suprema pureza em Deus.
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Num "momento" de sua plenitude, Deus decide criar um espelho no qual pudesse ver a si mesmo. Cria aquele pontozinho, bilionesimamente menor que um átomo. Um fluxo incomensurável de energia é transferido para dentro dele. Aí estão todas as possibilidades. Potencialmente todos nós estávamos lá, juntos. De repente, tudo se inflacionou e depois explodiu. Surgiu o universo em expansão. O Big Bang, mais que um ponto de partida, é um ponto de instabilidade que, no afã de criar estabilidade, gera unidades e ordens cada vez mais complexas, como a vida e a nossa consciência.
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O Princípio de auto-organização do universo está agindo em cada parte e no todo. Neste universo tudo tem a ver com tudo, formando uma incomensurável rede de relações. Deus é a palavra que as religiões encontraram para esse Princípio, tirando-o do anonimato e inserindo-o na consciência. Para defini-lo não há palavras. Por isso é melhor calar do que falar. Mas se tudo é relação, então não é contraditório pensar que Deus seja também uma relação infinita e uma suprema comunhão.

(Leonardo Boff, teólogo, escritor e professor universitário, expoente da Teologia da Libertação; texto adaptado de um artigo)

terça-feira, 25 de novembro de 2008

PORRADA DO RUBINHO

Muitos crucificam o pobre Rubinho, mas o que ele deve ter é um bloqueio psicológico dos fortes, sendo esse acidente a causa mais provável!
Por exemplo, vocês sabem de quem é a volta mais rápida de todos os tempos, na pista de Interlagos?

Recorde em treinos: 1'10"646 - Rubens Barrichello (Ferrari F2004), 2004
Recorde em corridas: 1'11"473 - Juan Pablo Montoya (Williams-BMW), 2004



Entrevista com o Piquet

domingo, 23 de novembro de 2008

CARTÃO DE VISITAS

Um senhor de 70 anos viajava de trem tendo ao seu lado, um jovem universitário, que lia o seu livro de ciências. O senhor, por sua vez, lia um livro de capa preta. Foi quando o jovem percebeu que se tratava da Bíblia e estava aberta no livro de Marcos. Sem muita cerimônia o jovem interrompeu a leitura do velho e perguntou: - O senhor ainda acredita neste livro cheio de fábulas e crendices? - Sim, mas não é um livro de crendices. É a Palavra de Deus. Estou errado? - Mas é claro que está! Creio que o senhor deveria estudar a História Universal. Veria que a Revolução Francesa, ocorrida há mais de 100 anos, mostrou a miopia da religião. Somente pessoas sem cultura ainda crêem que Deus tenha criado o mundo em seis dias. O senhor deveria conhecer um pouco mais sobre o que os nossos cientistas pensam e dizem sobre tudo isso. - É mesmo? E o que pensam e dizem os nossos cientistas sobre a Bíblia? - Bem... - respondeu o universitário - como vou descer na próxima estação, falta-me tempo agora, mas deixe o seu cartão que eu lhe enviarei o material pelo correio com a máxima urgência. O velho então, cuidadosamente, abriu o bolso interno do paletó e deu o seu cartão ao universitário. Quando o jovem leu o que estava escrito, saiu cabisbaixo sentindo-se pior que uma ameba. No cartão estava escrito: Professor Doutor Louis Pasteur, Diretor Geral do Instituto de Pesquisas Científicas da Universidade Nacional da França. ''Um pouco de ciência nos afasta de Deus. Muito, nos aproxima'. Louis Pasteur. (Cartão de visitas - Fato verdadeiro, integrante da biografia,ocorrido em 1892)

sexta-feira, 21 de novembro de 2008


Qualidades que fazem uma pessoa ser bem sucedida


Um jovem perguntou a Sócrates qual era o segredo do sucesso. Sócrates então lhe disse que o fosse encontrar o dia seguinte à beira do rio.

Houve o encontro, e Sócrates pediu ao jovem que caminhasse ao seu lado para dentro do rio. Quando a água atingiu o pescoço dos dois, Sócrates surpreendeu o jovem afundando-o na água. O rapaz lutou para voltar à superfície, mas, sendo forte, Sócrates o manteve afundado. Quando o rapaz já se asfixiava, Sócrates puxou sua cabeça para fora d´água. A primeira coisa que o rapaz fez foi respirar profundamente.

- “O que você mais queria quando você estava debaixo d`água”? - perguntou-lhe Sócrates.

- “Ar”- respondeu o rapaz.

- “Pois esse é o segredo do sucesso” - explicou Sócrates.“Quando você quiser o sucesso tanto quanto deseja ter ar quando está debaixo d`água, você o terá. Não há outro segredo."

(Trecho do livro " Você pode vencer: saia da zona de conforto, faça diferente!" de Shiv Khera)